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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Coleta de lixo em Caucaia será suspensa hoje por falta de pagamento

A Ecocaucaia alega que a Prefeitura acumula dívida de mais de R$ 40 milhões. Prefeitura diz que está realizando auditoria para apurar irregularidades


A Ecocaucaia Ambiental realiza serviços no município da Região Metropolitana de Fortaleza DIVULGAÇÃO
Por falta de repasses há um ano, a Ecocaucaia Ambiental, empresa do grupo Marquise contratada para realizar a limpeza urbana em Caucaia, deve suspender a partir de hoje a coleta de lixo de residências e instituições de saúde no Município da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Segundo a empresa, a dívida da Prefeitura em dois contratos soma mais de R$ 40 milhões. Conforme a assessoria da gestão, a administração está tomando providências para “o serviço não ser descontinuado” e realiza auditoria interna para apurar irregularidades na cobrança de valores e na execução de contratos.
São recolhidas, em média, 200 toneladas de lixo domiciliar por dia pela Ecocaucaia, que realiza os serviços por meio de Parceria Público Privada (PPP) com a Prefeitura. Durante o mês de dezembro, o volume de resíduos chega a aumentar em torno de 20%.
De acordo com o diretor da área ambiental da Marquise, Hugo Nery, os serviços de varrição de ruas, poda de árvores, limpeza de praças, capinação, caiação de meio-fio e coleta especial devem ser interrompidos no próximo ano, após a finalização do contrato vigente. De acordo com ele, a Prefeitura também não teria realizado o pagamento referente a esses serviços nos últimos nove meses.
“Só existia em Caucaia um único contrato que englobava todos os serviços. Com a PPP, os serviços de coleta domiciliar e de saúde foram retirados desse contrato. A nova administração tentou de todas as formas quebrar o contrato, mas a Justiça não permitiu. Todos os atos foram julgados e negados. Como forma de pressionar, não pagava os serviços”, explicou.
O contrato da Prefeitura com a Marquise Ambiental referente à coleta especial, limpeza de praças e outros serviços, acaba neste mês, mas poderia ser renovado até 2020, se assim determinasse a administração do Município. De acordo com Nery, o contrato com a Marquise não foi renovado por causa de interesses políticos e o resultado da licitação para novo contrato não teria sido homologado. “Nós trabalhamos nos últimos 12 meses sem receber nada. Estamos impossibilitados de continuar executando o trabalho da Ecocaucaia”, resumiu.

Prefeitura
Em nota, a assessoria da Prefeitura de Caucaia informou que foi notificada no fim da tarde de ontem sobre a paralisação a partir de hoje do serviço de coleta residencial e hospitalar. A assessoria acrescenta que “está tomando todas as providências cabíveis para o serviço não ser descontinuado no Município”. A Prefeitura informou que a responsabilidade sobre a limpeza de ruas e avenidas de Caucaia após a “empresa Marquise abandonar o serviço sem qualquer aviso prévio no último dia 23 de outubro” será direcionada para a Secretaria Municipal do Patrimônio, Serviços Públicos e Transporte (SPSPTrans).
Ainda por meio de nota, a Prefeitura informou que uma auditoria interna nas faturas apresentadas pela empresa foi iniciada. “A gestão municipal entende que os valores cobrados pelo serviço de coleta são exorbitantes. Estão bem mais elevados do que o projeto contratado permite. Outras possíveis irregularidades na execução do contrato estão sendo apuradas”.
Matéria do Jornal Opovo: opovo.com.br

domingo, 10 de dezembro de 2017

NOSSA HISTORIA: Assembléia dos moradores em frente ao gabinete do prefeito de Caucaia em 2013

Momento registrado em 2013 na assembleia dos moradores da comunidade dos Gregos de Caucaia em frente ao gabinete do prefeito, após o prefeito ter recebido o Guilherme Sampaio e a nossa comissão de representantes da comunidade.
A nossa caminhada foi longa e difícil. É importante lembrarmos e valorizarmos a nossa historia!
#NossaHistoria
#ComunidadeGREGOS


terça-feira, 31 de outubro de 2017

Mais de meio MILHÃO de reais para a construção do Posto de Saúde do Marechal Rondon - Caucaia

Estive ontem (30) no Tebas conversando com os moradores sobre a emenda parlamentar que consegui no valor de R$512 MIL REAIS, mais de meio MILHÃO de reais, para a construção do Posto de Saúde que atenderá os moradores do Marechal Rondon -Caucaia e as Comunidades dos Gregos e Cajueiros, que estão descobertas. 
Victor Vidal fala da Emenda Parlamentar para a construção do Posto de Saúde e sobre o Abaixo Assinado pedindo asfalto para Rua Idealista.

O posto será construído em um terreno próximo da comunidade e logo deverá iniciar o processo de licitação.
E também, sobre o ABAIXO ASSINADO que eu estou passando nos condomínios pelo ASFALTO da Rua Idealista que esta em péssimas condições e danificando carros e motos de quem precisa passar diariamente aqui.
Eu já havia solicitado o asfalto para a Rua Idealista e Rua Santa Luzia em 2016 e voltei a pedir novamente no inicio desse ano de 2017. 
A prefeitura respondeu como vocês podem ver na foto do documento, e agora vamos reforçar a cobrança do asfalto com esse abaixo assinado.

Agradeço a todos que já assinaram e eu continuo pegando as assinaturas dos moradores. Quem não assinou me procure para assinar!
Sobre um boato que tem umas pessoas querendo derrubar os muros dos condomínios, DIGO E REAFIRMO... EU, VICTOR VIDAL, SOU CONTRA!!
A comunidade precisa caminhar pra frente e não para traz!

>>>Acompanhe as informações através do meu blog e me segue nas Redes Sociais:
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

MPCE pede afastamento de secretária de Educação de Caucaia

O Ministério Público Estadual do Ceará (MPCE) entrou com um pedido liminar de afastamento da secretária de Educação de Caucaia, Lindomar Soares, por ato de improbidade administrativa. O órgão acusa a gestora de celebrar contrato “lesivo” de R$ 5, 2 milhões sem licitação com um escritório de advocacia do Estado do Piauí e pede sua anulação.

O pedido de afastamento já foi distribuído, mas ainda não foi julgado.

O objetivo do contrato seria a “recuperação de créditos oriundos do não repasse pela União Federal de valores devidos ao município de Caucaia, decorrente da subestimação do valor mínimo nacional”.

O Ministério Público argumenta, porém, que o pagamento milionário, sem licitação, ao escritório não se justifica porque a cidade conta com a Procuradoria Geral do Município, com procuradores “devidamente providos por concurso público, organizados em carreira” e, também, atuando como professores universitários, “estando perfeitamente aptos a ingressar com as referidas ações em favor do município de Caucaia sem custos extras”.

A promotora autora da ação, promotora Margarida de Carvalho Barbosa, ainda destaca no documento que “o objeto do contrato não é singular nem o escritório contratado é o único no País a prestar tal serviço, não justificando a inexigibilidade de licitação”, além de outras irregularidades.

A secretária afirmou que ainda não foi notificada sobre o processo e que tomou conhecimento dele por meio das redes sociais e da imprensa. Mesmo assim, já marcou uma reunião com a equipe de licitação da Prefeitura e com a procuradora do município Regina Gonçalves na próxima segunda-feira, 16, para tratar sobre o assunto.

“Se houver indício de qualquer regularidade, tomaremos todas as medidas cabíveis para a correção”, esclareceu. Ela destacou, ainda, que nenhum recurso público foi gasto com o contrato e que o escritório só receberia se ganhasse as ações, de acordo com os valores recuperados.

Outro contrato

No mês passado, a Prefeitura de Caucaia suspendeu contrato similar no valor de R$ 12 milhões, também sem licitação, com um escritório de Pernambuco. O objetivo era a recuperação de royalties devidos ao município pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Embora tenha afirmado que tudo acontecia dentro da lei, o secretário de Finanças Marcus Mota disse que decidiu anular por causa da repercussão que o caso ganhou, inclusive na Câmara Municipal.

Fonte: Opovo